Autoras: Brenna Thuanne; Caroline Rodrigues; Rúbia Mello e Yasmin Franklin.

Comportamento organizacional: Nós traz a importância do desenvolvimento do comportamento humano dentro de uma organização, que busca tratar de forma com exclusividade dos seus indivíduos, grupos e de toda sua esfera, sobre o comportamento dentro das organizações, para que haja atitudes e motivações, assim promover a melhoria da eficácia organizacional, tá se tornando fator competitivo; pensar no contingencial. O campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura organizacional têm sobre o comportamento das pessoas dentro das organizações. Com propósito de utilizar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. Mais especificamente, falaremos aqui neste blog sobre Comportamento do Sistema Organizacional.Os principais tópicos são mudança e estresse. Existem forças ambientais que exigem que as empresas mudem, um porquê de as pessoas e organizações frequentemente resistirem a mudanças e maneiras de superar essas resistências, É preciso falar também das fontes de estresse e suas consequências. Esperamos que seja útil para seu crescimento pessoal e de sua empresa!

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Qualidade de Vida do Funcionário – Investimentos em Ginástica laboral



Em busca de uma melhor qualidade de vida dos funcionários e o bem-estar nas organizações tem se a ginástica laboral que tem se tornado cada vez mais comum nas empresas, trata-se de alongamentos em diversas partes do corpo, durante o expediente de trabalho.
A tese Repercussão De Um Programa De Ginástica Laboral Na Qualidade De Vida De Trabalhadores De Escritório da Caroline de Oliveira Martins demonstra a experiência da adoção de ginástica laboral no dia a dia de 42 trabalhadores de escritório de municípios catarinenses.

Resumo: Esta pesquisa quanti-qualitativa caracterizou-se como um estudo de caso descritivo longitudinal e teve como foco principal analisar a repercussão de um Programa de Ginástica Laboral (PGL) desenvolvido ao longo de três anos – 2002 a 2004, na qualidade de vida (QV) de 42 trabalhadores de escritório de oito municípios catarinenses. O PGL foi constituído pela ministração de três aulas semanais de GL compensatória, com duração de quinze minutos, acompanhada pela disseminação no ambiente de trabalho de informações para a promoção da QV. Exercícios de alongamento estático formaram a base da GL, projetados para atuar na musculatura mais requisitada durante a jornada de trabalho - região lombar da coluna vertebral, ombros, punhos e mãos, uma vez que as tarefas ocupacionais da amostra envolviam grande requisição manual, principalmente pela intensa utilização do computador. A fim de analisar a melhoria do bem-estar proveniente da GL, a adoção de um estilo de vida ativo incentivada pelo programa e a vivência e difusão de seus ensinamentos, bem como a relação destas variáveis com a aderência à GL e carga de trabalho, utilizaram-se os dados derivados de questionário semi-aberto, aplicado no final de cada um dos três anos da pesquisa, discutidos a partir de análise descritiva e tratamento estatístico - teste exato de Fisher, Regressão Logística e Q de Cochran. Com o intuito de principalmente verificar o declínio do PGL ao longo do tempo e a disseminação do conhecimento advindo do programa, utilizaram-se os dados provenientes de entrevista semi-estruturada, aplicada apenas nos oito sujeitos de Florianópolis, no mês de outubro de 2005. Os resultados quantitativos sugerem que o PGL pôde ter beneficiado significativamente a QV através da melhoria do bem-estar, da realização de exercícios de alongamento fora da jornada de trabalho e da vivência e difusão do conhecimento proveniente das informações semanais sobre QV, além da repercussão do programa na QV do trabalhador e de sua comunidade ter sido diretamente proporcional à aderência à GL e da carga de trabalho não ter sido capaz de influenciar tal aderência. Todavia, o PGL parece ter sido incapaz de promover um estilo de vida ativo em seus participantes. Os resultados qualitativos mais expressivos indicaram que ao longo dos anos, o PGL não proporcionou o mesmo impacto da QV do trabalhador principalmente devido à redução do desempenho dos professores de GL, especialmente no tocante à falta de criatividade nas aulas e correção dos exercícios, bem como em decorrência da adaptação do trabalhador às melhorias do programa, que inicialmente eram vividamente experimentadas. Ainda, através da análise dos depoimentos, foi possível constatar que os conhecimentos mais difundidos - informações semanais sobre QV e exercícios de alongamento - foram os que despertaram maior interesse. Desta maneira, conclui-se que o PGL estudado pôde ter apresentado a capacidade de repercutir positivamente na QV do trabalhador, alcançando, inclusive, sua comunidade.

Brenna Thuanne

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