Autoras: Brenna Thuanne; Caroline Rodrigues; Rúbia Mello e Yasmin Franklin.

Comportamento organizacional: Nós traz a importância do desenvolvimento do comportamento humano dentro de uma organização, que busca tratar de forma com exclusividade dos seus indivíduos, grupos e de toda sua esfera, sobre o comportamento dentro das organizações, para que haja atitudes e motivações, assim promover a melhoria da eficácia organizacional, tá se tornando fator competitivo; pensar no contingencial. O campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura organizacional têm sobre o comportamento das pessoas dentro das organizações. Com propósito de utilizar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. Mais especificamente, falaremos aqui neste blog sobre Comportamento do Sistema Organizacional.Os principais tópicos são mudança e estresse. Existem forças ambientais que exigem que as empresas mudem, um porquê de as pessoas e organizações frequentemente resistirem a mudanças e maneiras de superar essas resistências, É preciso falar também das fontes de estresse e suas consequências. Esperamos que seja útil para seu crescimento pessoal e de sua empresa!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Agentes Estressores!

No ambiente de trabalho os estímulos estressores são muitos. A desorganização no ambiente ocupacional põe em risco a ordem e a capacidade de rendimento do trabalhador. Geralmente as condições pioram quando não há clareza nas regras, normas e nas tarefas que deve desempenhar cada um dos trabalhadores, assim como os ambientes insalubres e a falta de ferramentas adequadas. Estas são formas de desencadeamento do estresse.


Estresse é uma combinação de reações fisiológicas e comportamentais apresentadas por uma pessoa quando se sente ameaçado ou desafiado, sendo um processo dinâmico que se manifesta por meio de sintomas físicos, psicológicos e comportamentais. Existem três tipos básicos de estressores: Estressores psicológicos, quando o somos acometidos por exigências emocionais; Estressores sensoriais ou físicos em contato direto com o organismo; stressores toxi-infecciosos e traumáticos (físicos). De acordo com a NR-9 os principais Riscos Ocupacionais são divididos em grupos e cores: Grupo 1 (verde) Riscos Físicos; Grupos 2 (vermelho) Riscos Químicos; Grupos 3 (marrom) Riscos Biológicos; Grupo 4 (amarelo) Riscos Ergonômicos. Alguns desses riscos são fatores importantes para desencadear transtornos mentais, e suas repercussões psicossociais. 


Para Codo e Vasques-Menezes (1999), Burnout consiste na síndrome da desistência, o indivíduo deixa de investir em seu trabalho e nas relações afetivas que dele decorrem e, aparentemente, torna-se incapaz de se envolver emocionalmente com o mesmo. Essa síndrome seria a continuidade do quadro crônico do Estresse Ocupacional. Considera-se a Síndrome Burnout como provável responsável pela desmotivação, isso sugere a possibilidade de que esta síndrome esteja implicada nas elevadas taxas de absenteísmo ocupacional dos trabalhadores. Entretanto o estabelecimento de um diagnóstico do Estresse Ocupacional e Síndrome de Bournout dificultam visto que a diferença entre os dois não são claras apesar de suas particularidades, são duas doenças distintas, mas parecidas.


A saúde mental e trabalho é o estudo da dinâmica, da organização e dos processos de trabalho, visando à promoção da Saúde Mental do trabalhador, por meio de ações diagnósticas, preventivas e terapêuticas eficazes (GUIMARÃES, 1999).

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