Autoras: Brenna Thuanne; Caroline Rodrigues; Rúbia Mello e Yasmin Franklin.

Comportamento organizacional: Nós traz a importância do desenvolvimento do comportamento humano dentro de uma organização, que busca tratar de forma com exclusividade dos seus indivíduos, grupos e de toda sua esfera, sobre o comportamento dentro das organizações, para que haja atitudes e motivações, assim promover a melhoria da eficácia organizacional, tá se tornando fator competitivo; pensar no contingencial. O campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura organizacional têm sobre o comportamento das pessoas dentro das organizações. Com propósito de utilizar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. Mais especificamente, falaremos aqui neste blog sobre Comportamento do Sistema Organizacional.Os principais tópicos são mudança e estresse. Existem forças ambientais que exigem que as empresas mudem, um porquê de as pessoas e organizações frequentemente resistirem a mudanças e maneiras de superar essas resistências, É preciso falar também das fontes de estresse e suas consequências. Esperamos que seja útil para seu crescimento pessoal e de sua empresa!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Causas prováveis do stress no trabalho


Uma vez estabelecido que o stress é um elemento prejudicial ao desenvolvimento do trabalho, por comprometer a saúde e o desempenho do trabalhador, cabe identificar causas prováveis do stress no labor, sempre tendo em conta que essas causas não atuam da mesma forma perante todos os trabalhadores, pois existem fatores individuais, pessoais e culturais, capazes de dotar alguns indivíduos de maior resistência do que outros às pressões do dia-a-dia.
Assim, pode-se dizer que seriam as seguintes as principais e mais prováveis causas dostress no ambiente de trabalho, as quais conduziriam o trabalhador a um sentimento de opressão e de baixa auto-estima, minando-lhe a resistência e abrindo as defesas orgânicas a males físicos e mentais:
1- Ambiente de trabalho caracterizado pela execução pesada das tarefas, desequilíbrio dos repousos, alongamento das jornadas, rotinas repressoras da iniciativa e da criatividade individual.
2- Modelo de direção formado por uma implacável centralização diretiva das decisões sobre a execução das tarefas, ausência de canais de comunicação entre os degraus hierárquicos, desprezo pela participação do trabalhador com idéias para aprimoramento da produção, falta de uma política de interação entre a comunidade operária e o ambiente de trabalho e deste com a vida familiar do trabalhador.
3- Modelo de relações inter-pessoais gerado pela falta de atenção para o convívio social dentro da empresa e de intercâmbio de idéias e ajuda na execução do trabalho.
4- Modelo de oportunidades estigmatizado pela falta de perspectivas claras de ascensão pessoal no emprego, ausência de planejamento e de estímulos de acesso na estrutura empresarial.

5- Ambiente físico do trabalho desconfortável, negligente com as instalações físicas, marcado pelo desasseio, exposto a ruídos, com deficiente arejamento, iluminação e ergonomia.


                                                                                                     Rúbia De Mello Penha 

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