Autoras: Brenna Thuanne; Caroline Rodrigues; Rúbia Mello e Yasmin Franklin.

Comportamento organizacional: Nós traz a importância do desenvolvimento do comportamento humano dentro de uma organização, que busca tratar de forma com exclusividade dos seus indivíduos, grupos e de toda sua esfera, sobre o comportamento dentro das organizações, para que haja atitudes e motivações, assim promover a melhoria da eficácia organizacional, tá se tornando fator competitivo; pensar no contingencial. O campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura organizacional têm sobre o comportamento das pessoas dentro das organizações. Com propósito de utilizar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. Mais especificamente, falaremos aqui neste blog sobre Comportamento do Sistema Organizacional.Os principais tópicos são mudança e estresse. Existem forças ambientais que exigem que as empresas mudem, um porquê de as pessoas e organizações frequentemente resistirem a mudanças e maneiras de superar essas resistências, É preciso falar também das fontes de estresse e suas consequências. Esperamos que seja útil para seu crescimento pessoal e de sua empresa!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Empresas joinvilenses apostam na informalidade para serem mais produtivas

Empresas joinvilenses apostam na informalidade para serem mais produtivas

Para melhorar a comunicação entre patrões e empregados, algumas empresas estão investindo em atividades recreativas como yoga e até videogame durante o expediente

Ioga no meio do expediente, jogar videogame com o chefe ou, quem sabe, fazer as unhas entre uma trabalha e outra? O que é um sonho distante para muitos trabalhadores, é a realidade para alguns em Joinville. Empresas como a Exit e a Neogrid estão apostando na informalidade e abrem um canal de comunicação direto entre os diversos níveis hierárquicos, onde todas as ideias inovadoras são bem-vindas.
Esse tipo de comportamento das empresas está relacionado à cultura organizacional de cada uma delas e tanto os contratantes como os contratados saem ganhando nesse relacionamento mais aberto. “As pessoas não são máquinas. Elas podem se tornar mais criativas, enxergar soluções mais facilmente quando se desligam do trabalho e tiram um tempinho para colocar as ideias em ordem. Nesse sentido, atividades como a ioga, um café, ou o videogame podem trazer um grande ganho para ambos os lados: o funcionário vai trabalhar mais contente e a empresa terá melhores resultados”, explica Lise Chaves, consultora em recursos humanos.
Nas duas empresas, funcionários fazem questão de demonstrar seu contentamento com o emprego, inclusive nas redes sociais afora, como é o caso da analista de produto da Neogrid, Isabela May. No fim de semana passado, ela postou no Facebook um pequeno texto falando sobre o orgulho que tem da organização. “Me surpreendi com o resultado, pois em poucos minutos, vários colegas, inclusive alguns que eu nem conhecia, estavam compartilhando o meu status”, lembrou ela.
A empresa não demorou em respondê-la. Compartilhou o texto e ainda disse em seu perfil na rede social: “Nós é que temos orgulho de ter pessoas como você no nosso time.”
Mas não são apenas atividades desenvolvidas no ambiente de trabalho que despertam essa paixão incondicional pela organização. O principal, segundo Lise, é dar espaço para as pessoas opinarem, sugerirem, e mostrar ao profissional que a organização o respeita.
“Dessa maneira, elas ficam envolvidas. Não trabalham apenas por um salário, mas porque querem que a companhia cresça, atinja metas, supere-se. É uma relação mais genuína entre as duas partes”, constata a especialista.
A Exit Comunicação nasceu com esta cultura organizacional. Um dos principais valores da empresa são as pessoas que trabalham lá. Não é à toa que eles investem em atividades conjuntas entre os colaboradores e em uma comunicação aberta entre os colegas de trabalho e chefia.
“Temos inúmeros benefícios com a valorização dos nossos profissionais, como a retenção de talentos, o clima interno é muito bacana, temos campanhas mais criativas, resultados melhores para os clientes, premiações que conquistamos por adotarmos esse foco”, conta Samanta Tassoti, sócia-diretora da Exit Comunicação Estratégica.
Já a Neogrid está passando por um processo de transformação. “Está deixando de ser uma empresa tradicional para ser mais cool”, diz Sergio Roberto Cochela, diretor financeiro da Neogrid. Essa transição iniciou há dois anos e já está rendendo bons resultados para colaboradores e organização.
“A retenção de talentos também é um objetivo dessa mudança da cultura que estamos promovendo, porque existe uma grande carência de profissionais de tecnologia da informação. Além disso, temos colaboradores mais engajados com os objetivos da empresa.”
Folga no dia do aniversário
Já pensou em conseguir aquela folga do trabalho no dia do seu aniversário? O head de criação da Exit Comunicação, Felipe Grossl, nem precisa sonhar com isso, porque a empresa onde ele trabalha garante este benefício a ele e aos 50 funcionários. Além disso, a companhia tem uma série de eventos e atividades que estimulam o bom relacionamento no ambiente organizacional.
Um dos principais programas da agência é o Desenvolvit, em que os funcionários recebem a orientação e acompanhamento de uma psicóloga e são incentivados a participar de especializações e cursos. “Queremos que as pessoas sejam prioridade e, assim, possam trabalhar motivadas e com paixão”, destaca Rosita Boeing, sócia-diretora da empresa.
A abertura para troca de ideias no ambiente de trabalho é um dos pontos mais positivos que Grossl destaca. Há cinco anos na agência, ele diz que em razão deste clima informal, mais cool, sente-se mais motivado a trabalhar e garante que o ambiente influencia positivamente o resultado das equipes. “Mesmo sendo uma empresa com vários setores, a comunicação aqui é fluida, há liberdade para dar ideias, conversar com os chefes”, observa ele.
Lá, o local de trabalho não precisa ser necessariamente o escritório. Atrás do prédio da Exit, uma pracinha foi construída.
Quando o clima em Joinville colabora, ela se torna o cenário de reuniões e até mesmo um espaço para levar computador, agenda e caneta para trabalhar. “É meu lugar preferido aqui na Exit”, comenta Grossl.
A transparência também é uma das características da agência. Os funcionários ficam sabendo dos planos da empresa, para assim, colaborar com o crescimento da organização. “Os funcionários estão alinhados com o nosso desenvolvimento estratégico, o que permite que alcancemos nossos objetivos mais rapidamente”, disse Samanta Tossoti, sócia-diretora da agência.
Mudança de hábitos
A Neogrid, empresa de tecnologia da informação, está passando por um momento de transição. A cultura organizacional,aos poucos, está mudando. O processo começou há cerca de dois anos, quando a companhia viu que seu modo de ser era rígido demais para uma empresa do segmento. “Geralmente, elas são mais antenadas e descoladas, portanto, nós resolvemos mudar a cara da Neogrid nesse aspecto”, observou Sergio Cochela, diretor financeiro.
As primeiras mudanças visíveis vieram no jeito de se vestir. Os funcionários têm liberdade para ir trabalhar com roupas mais informais e despojadas, como por exemplo, bermudas, saias, boné, chinelo, camiseta de banda ou do time.
“Primamos pelo bom-senso. Somos casual na medida certa, porque muitas vezes recebemos clientes de empresas muito tradicionais, como bancos, por exemplo, que não podem ser atendidos por um colaborador usando boné ou bermuda. Temos que respeitar nossos clientes também”, observa Cochela.
Os horários também são flexíveis. O expediente inicia às 8h30 e se encerra às 18h, mas, segundo Isabela May, analista de produto, ninguém fica olhando torto, ou reclama, se o colaborador chegar um pouco mais tarde.
“Num ambiente mais informal, as pessoas trabalham mais engajadas e motivadas”, lembra Cochela.
O analista de testes da Neogrid, Daniel Vieira, vivenciou essa transformação dentro da organização. “Antes, éramos uma empresa mais certinha, desde o jeito de se vestir até os horários mais rígidos. Agora isso mudou. A equipe da Neogrid é jovem, mas todos são maduros e têm bom-senso. É uma relação de confiança entre a empresa e os colaboradores”, diz Vieira.
Assim como na Exit, a Neogrid prioriza a transparência e dá abertura para o diálogo em todos os níveis da organização.
“Pode ser com o gerente, o diretor ou até mesmo com o fundador. Tudo que ocorre aqui é comunicado aos funcionários de forma intensiva, como o resultado, planejamento estratégico. Dessa forma, as pessoas ficam sabendo da importância e do seu propósito na organização”, conta Cochela.
 Caroline

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