Autoras: Brenna Thuanne; Caroline Rodrigues; Rúbia Mello e Yasmin Franklin.

Comportamento organizacional: Nós traz a importância do desenvolvimento do comportamento humano dentro de uma organização, que busca tratar de forma com exclusividade dos seus indivíduos, grupos e de toda sua esfera, sobre o comportamento dentro das organizações, para que haja atitudes e motivações, assim promover a melhoria da eficácia organizacional, tá se tornando fator competitivo; pensar no contingencial. O campo de estudos que investiga o impacto que indivíduos, grupos e a estrutura organizacional têm sobre o comportamento das pessoas dentro das organizações. Com propósito de utilizar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. Mais especificamente, falaremos aqui neste blog sobre Comportamento do Sistema Organizacional.Os principais tópicos são mudança e estresse. Existem forças ambientais que exigem que as empresas mudem, um porquê de as pessoas e organizações frequentemente resistirem a mudanças e maneiras de superar essas resistências, É preciso falar também das fontes de estresse e suas consequências. Esperamos que seja útil para seu crescimento pessoal e de sua empresa!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

A importância do trabalho em equipe e como lidar com o estresse




Se sabe que um dos trabalhos mais estressantes desrespeito ao funcionário da saúde entre outros, diante disso em um artigo produzido por Beatriz Rosana Gonçalves de Oliveira , Thaís Azzoni Lopes , Cláudia Silveira Viera , Neusa Collet que foi realizado em uma  Unidade de Terapia Intensiva Neonatal de um Hospital Universitário no oeste do Paraná, a pesquisa foi feita com 18 enfermeiros.

Uma parte do artigo os enfermeiros descrevem que:

[...]  a humanização da assistência envolve: [...] ter um bom relacionamento com a equipe, estar treinando essa equipe para saber o que é humanização da assistência, como fazer humanização [...] (E1); trabalhar em equipe interdisciplinar (E2); em relação à equipe, apesar da desmotivação, muitas vezes, procurar passar para elas que isso não tem nada a ver com a assistência, da dedicação com o paciente, relacionando com o estresse de trabalho, a insatisfação financeira, insatisfação com a chefia [...], ter que fazer supervisão de dois a três setores. (E3); contamos piadas quando uma ou outra está triste, pergunto o que está acontecendo. Não gosto que o ambiente fica pesado, gosto de sempre estar bem, sorrindo e contando alguma coisa que elas achem graça (AE 7).


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